Funções hash na prática
Funções hash criptográficas comprimem dados em impressões digitais irreversíveis e sustentam verificações de integridade.
Escolhendo o algoritmo certo
MD5 é rápido mas considerado criptograficamente quebrado - use apenas para checksums onde resistência a colisão não é crítica.
SHA-1 está deprecado para segurança mas ainda é usado em sistemas legados. Para projetos novos, prefira SHA-256 ou mais forte.
SHA-256 oferece bom equilíbrio entre segurança e performance, enquanto SHA-512 oferece máxima segurança.
Integridade x autenticidade
Um hash isolado garante apenas que os bytes não foram alterados após o cálculo.
Para comprovar autoria, combine o hash com assinaturas digitais ou HMAC.
Formatos de saída explicados
Hexadecimal (hex) é o formato mais comum, produzindo uma string de caracteres 0-9 e a-f.
A codificação Base64 produz uma saída menor e é útil para embeber hashes em JSON ou URLs.
Onde os hashes ajudam
- Publicar checksums junto com downloads de software
- Comparar backups grandes sem transferir todos os bytes
- Detectar ativos duplicados em CDNs ou bibliotecas de mídia
- Verificar integridade de arquivos após download
Dicas operacionais
- Armazene o nome do algoritmo junto do digest para auditorias futuras
- Hasheie a representação canônica de dados estruturados (JSON com chaves ordenadas)
- Não reutilize hashes genéricos para senhas—prefira bcrypt ou Argon2
- Use a função de comparação para verificar arquivos baixados